

Iushchenko acusou a Primeira-Ministra e dirigente do Bloco, Yulia Timoshenko, de inviabilizar o funcionamento da coabitação anterior.
Este resultado era esperado depois de Iushchenko ter alinhado de forma cega com os projectos dos EUA que lançaram a Geórgia num conflito contra a Rússia. E de estar a querer impor a adesão do seu país à NATO.
A motivação terá sido suficiente para compensar o excesso de poderes do Presidente em relação ao Primeiro-Ministro, ambos com legitimidade popular resultante de eleições.
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