
O colectivo COSPAR que conduz a luta dos reunioneses inclui várias organizações sindicais e os partidos de esquerda e apresentou na passada 2ª feira um caderno reivindicativo de 62 medidas imediatas contra a carestia de vida.

Na ilha 52% dos seus 750 mil habitantes vivem abaixo do limiar da pobreza quando na metrópole francesa essa taxa é de 18% e os habitantes para uma luta que poderá ser mais prolongada como aconteceu em Guadalupe ou na Martinica.
Os acordos de Guadalupe ontem assinados pelo colectivo LKP, com o Estado e as colectividades

Um dos dirigentes do colectivo comentava “É uma etapa, um compromisso que se firmou”, juntando um provérbio crioulo “Em cada sábado, um porco” (a ser morto). O patronato está a caminho de seguir esse acordo.
Os acordos foram durante a noite e madrugada de hoje assinalados com festa rija. “Nada será como dantes!” era o que mais se ouvia.
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