Já referi, noutro lugar, esta minha experiência. Saído de uma clandestinidade, que foi breve, conversava com outro dos presentes antes do comício começar.
Ele, um burguês, claramente originário da lavoura, com o chapéu de feltro na nuca, a corrente do relógio saída de um bolso do colete e uns brutos anéis nos dedos, pousando-me a mão no ombro disse "Meu amigo, o que está a ver é tudo pessoal de Gaia...".
A foto é do repórter, meu amigo, Sérgio Valente.
3 comentários:
Eram muitos, lá isso eram. Mas faltava lá eu que sou de Gaia. Nesse 1.º de Maio estava na manifestação de Coimbra
Estive lá, cheio de esperança no futuro, sentindo-me perto do sonho.
Logo a seguir abriu Aníbal Cunha, os laços foram reatados e o sonho começou a tomar forma.
Tantos tantos mil!
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