segunda-feira, 26 de março de 2012

Como elas se preparam...

Andam por aí umas almas caridosas a queixar-se da CGTP-IN por não admitir que certos "movimentos" se incorporem nas suas manifestações, pelo conhecimento que há de que deixam alojar no seu seio grupos provocadores.
E cujo papel é "justificar" medidas policiais despropositadas contra manifestantes que provoquem uma redução de apoio social interno às suas lutas e dar a "repórteres" estrangeiros ou nacionais as imagens que em todo o mundo serão a única forma que as respectivas opiniões públicas têm de interpretar a dimensão e justeza das lutas noutros países.
Vejamos como agiram no passado dia 22, dia da greve geral
Chegam escoltados pela polícia
Combinam as coisas com a polícia


Arrancam para a Rua Garret

Rebenta um pequeno petardo, a polícia fecha a rua para garantir
que os presentes se desloquem para o cenário mediático previamente definido: a Brasileira

As imagens de video e fotos arrancam e captam sucessivamente os "manifestantes"  a destruir loiça e a esplanada e a polícia a fazer algo de semelhante.
Recomendo o cotejo destas fotos com as imagens até aqui publicadas para descobrir não inocentes coincidências...







1 comentário:

Helena Dias disse...

Não! De facto, não há coincidências nestas coisas!
E da mesma maneira que condenamos a conhecida e consabida atuação dos agentes provocadores, fotografados em manifestações várias e que eu vi em ação, mesmo ao meu lado, alguns dos quais (ou todos) polícias à paisana, também condenamos a atuação dos que, enquadrados devidamente na manifestação da CGTP (e não nos grupos que potencialmente acolhem provocadores... etc. ... ...) e identificados com coletes de 'Estivadores' semeiam petardos por todo o percurso e agridem manifestantes pacíficos, sem mais nem ontem.
Cuidado, todos nós temos que ter. Mesmo até os mais experientes entre nós, como tu és seguramente.
Como diz a canção, é preciso ter os ouvidos equipados com radar. Eu cá digo: e os olhos e as mãos e a capacidade de análise!

Ultrapassando o "penso, logo manifesto-me", temos que repor o
"Dubito ergo cogito; cogito ergo sum"

Abraço.