
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Frase de fim-de-semana, por Jorge

quinta-feira, 22 de abril de 2010
As lições da história mais recente

Circulando na net

Ministro: Olha, olha... E.stá tudo bem?!
Empresário: Eh pá, mais ou menos, tenho o meu filho desempregado. Tu é que eras homem para me desenrascar o miúdo.
Ministro: E que habilitações tem ele?!
Empresário: Tem o 12.º completo.
Ministro: E o que sabe fazer?!
Empresário: Nada-. Sabe ir para a Discoteca e deitar-se às tantas da manhã!
Ministro: Posso arranjar-lhe um lugar como Assessor. Fica a ganhar cerca de 5000, agrada-te?!
Empresário: Isso é muito dinheiro, com a cabeça que ele tem era uma desgraça não arranjas algo com um ordenado mais baixo?!
Ministro: Sim, um lugar de Secretario já se ganha 3000 !...
Empresário: Ainda é muito dinheiro, não tens nada volta dos 600/700 ???
Ministro: Eh pá, isso não.Para esse ordenado tem de ser licenciado, falar inglês , dominar a informática e tem de ir a concurso, obviamente!!!...
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Que fazer com estes jovens?

segunda-feira, 19 de abril de 2010
Novo encosto à box...

segunda-feira, 12 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Lá vem a revisão constitucional...

sábado, 10 de abril de 2010
Estado fora de negócios para acabar com a corrupção?

sexta-feira, 9 de abril de 2010
Frase de fim-de-semana, por Jorge
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Andam a remexer nos nossos bolsos...

quarta-feira, 7 de abril de 2010
Os objectivos do Mexia

terça-feira, 6 de abril de 2010
O que importa...

segunda-feira, 5 de abril de 2010
De regresso, com o Xico, amigo do coração

Bom dia juventude!
Ora cá estamos nós, quatro semanas depois de uma operação ao coração para substituir a válvula aórtica (à esquerda na figura), que há muito não estava eficaz e me deixava num estado de canseira quase permanente. Era uma operação desejada.
Internado que fui, depois de um dia de preparação, lá me injectaram os líquidos e só acordei um dia depois, sentindo-me como se tivesse passado um eléctrico da Carris por cima – a expressão foi do cirurgião, um bom profissional, que várias vezes nos pôs a rir na enfermaria, a mim e outros companheiros de (in)fortúnio.
O primeiro dia foi de KO quase permanente: não sabia onde estava, quem me rodeava, em que patamar da loucura estaria situado. As imagens nocturnas foram caóticas.
Os dois dias seguintes foram melhores. Família, consciência, a responsabilidade de manter na sua função 35 agrafos, de me abraçar quando a tosse vinha para não abrir esse fecho éclair com que me tinham condecorado. Passei essas duas noites como se tivesse o ecrã do computador à minha frente, no qual ia fazendo o download de imagens diversas. Dei comigo várias vezes a digitar um teclado inexistente.
Ganhei a consciência de que me tinham aberto, mexido na fonte dos afectos, metido um zingarelho designado por prótese valvular mecânica, do tipo St Jude Nº 25 Rg Ao, e fechado, com algum “arame” a consolidar a relação do externo com as costelas. A prótese já a baptizei como Xico, em homenagem ao meu primeiro gato. Que, com os demais componentes cardíacos regressou à gaiola, onde tudo se anda a acomodar, depois de 62 anos de uma acomodação diferente.
Fomos tratados nas palminhas por médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares. Cinco estrelas para a Cardiologia e a UTIC do Hospital de Santa Maria!
O meu vizinho do lado era, com 45 anos, um veterano de novas válvulas que ia substituir uma delas, bem-disposto, e que se queria despachar daquilo tudo.
As coisas foram-se compondo até umas arritmias terem dado um arzinho de sua graça o que prolongou a estada por mais uma semana.
Em casa estou recuperando os equilíbrios, o funcionamento normal dos sistemas. E por aqui estou mais algum tempo até atingir a recuperação para a chamada vida normal.
O Xico, esse, passou a fazer parte dos meus amigos do coração.
sábado, 6 de março de 2010
Frase de fim-de-semana, por Jorge
quarta-feira, 3 de março de 2010
Patrão fora, dia santo na loja, Rodrigo dixit
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Cimeira de estados latino-americanos

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
A Ilha Nua
Não há enchurrada que nos livre disto?

Há pouco caiu uma chuvada violenta por estas bandas de Lisboa. Era tanta que nem permitia a visão. Veio-me naturalmente a imagem da Madeira. Onde tantas vidas se perderam, tantos ficaram sem condições mínimas de vida num futuro próximo. Pena não levarem também a porcaria instalada na cabeça e nos comportamentos dos que arrasam o país com decisões que tomam e as desconsiderações sociais que promovem, num quadro dantesco de falta de ética, de ganância e nepotismo. Onde o país é, para eles, o que menos importa e a identidade nacional uma incomodidade que procuram lavar.
Escutem, porém: nós estamos cá, vocês é que não pertencem.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Arquitectos e engenheiros norte-americanos lançam, reclamação de um novo inquérito à destruição das twin towers no 11 de Setembro

Anteontem à noite pude assistir na net à apresentação pública de um movimento de profissionais de engenharia e arquitectura norte-americanos que estão a dirigir um apelo à Câmara de Deputados e ao Senado do seu país para que se realize um novo inquérito com maior credibilidade e eficácia à destruição das “twin towers” em 11 de Setembro de 2001.
Sem estar em condições de afirmar que os edifícios foram objecto de implosão e que não seria apenas o impacto de aviões que os teriam destruído, verifico que este movimento aponta muitas incongruências a uma versão oficial que legitimam tal reclamação. 
O rápido início da destruição, a improvável simetria na distribuição de estilhaços, a existência de testemunhos que deram conta de explosões e flashes, de muitas toneladas de perfis de aço ejectados lateralmente, o volume imenso de nuvens em expansão com características piroclásticas, as explosões ocorridas entre 20’ a 40 andares abaixo daqueles atingidos pelo impacte das naves, a total destruição do edifício, com o colapso de toda a estrutura de aço e as toneladas de metal fundido, os vestígios de explosivos encontrados no aço e nas cinzas, são factos que justificam uma nova investigação aliados a que não ocorreram nenhumas das características das destruições por fogo, como o seu início lento com visíveis deformações, o colapso assimétrico pelos pontos de menor resistência, existência de temperaturas de fogo susceptíveis de amolecer o aço, edifícios muito altos com maiores dimensões, mais elevadas temperaturas e maior duração dos fogos nunca terem tido colapsos como estes.
Os profissionais que lançaram este apelo dirigiram-se a todo o mundo para os apoiar.
Para saber mais informações e assinar o apelo, faça-o no site do movimento.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Frase de fim-de-semana, por Jorge
João de Freitas Branco - um exemplo
A evocação decorre dia 28 de Fevereiro, às 18 horas, na Sala dos Espelhos do Palácio Foz (Restauradores)
Na sessão participarão o Dr. João Maria de Freitas Branco, José Casanova, do Comité Central do PCP, e também a soprano Ana Paula Russo e o pianista Francisco Sassetti.
Domingo, 28 de Fevereiro de 2010, às 18.00 horas, na Sala dos Espelhos do Palácio Foz (aos Restauradores)
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Jogos Florais

O ambiente criado pelo impacto mediático de certos exemplos de quem governa é mau para o nosso país. Mas nem tudo é negativo. Importa, porém, não ceder a facilidades na interpretação.Uns dizem que isto está pelas ruas da amargura, outros que temos que revelar as coisas de que nos podemos orgulhar. São visões redutoras da tentativa de sair do fundo.
Chegámos ao que chegámos pela política que foi feita, sistematicamente, durante mais de trinta anos, desde a liquidação da revolução, passando pela adesão à Comunidade Europeia no desrespeito de princípios básicos de soberania e sem objectivos nacionais, mobilizadores para enfrentar os nossos grandes déficites.
Se o PSD e o CDS hoje falam de alto, como se fossem impolutos meninos de coro, importa que se não esqueça que as políticas e dinâmicas a que sempre estiveram associados contribui, nos mesmos termos que o PS, para chegarmos onde estamos.
E se algumas pessoas e empresas, vítimas da sanha censória do governo, recolhem o apoio seráfico desses partidos, importa que se diga que PS, PSD e CDS, em diferentes alturas fizeram o mesmo em relação a profissionais conotados como comunistas ou de esquerda.
Ontem à noite, Pacheco Pereira e Santos Silva lá se entregaram a jogos florais em relação aos casos mais recentes que estão a abanar o Primeiro-Ministro. Disseram que em Portugal, havia liberdade de expressão, o que é uma visão muito baça ou, se quiserem, colorida da situação.
Já dissemos aqui que o silenciamento de jornalistas incómodos para o governo é a ponta do iceberg de uma situação mais ampla, particularmente dos que não estão protegidos pelo seu mediatismo.
O aparelho de Estado está minado por estruturas paralelas aos serviços que promovem a perseguição, a traficância e a corrupção.
No estado ou em situações que o governo possa influenciar com instrumentos dele a perda do emprego, do contrato, do vínculo que geram as remunerações essenciais à subsistência de agregados familiares – para já não falar em empresas privadas - , todos pensam duas vezes antes de fazerem certos comentários. E a maioria desses opta por ficar calada. Porque a sobrevivência fala mais alto…
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
As canções de Schumann

Ontem fomos ao CCB ouvir canções
(Lied) de Robert Schumann. Nunca as ouvira mas sabia que, do amor com a sua companheira, Clara, o compositor lhes tinha dado particular importância na sua obra. Embora essa opção resultasse também da não realização da sua expectativa de evolução da música romântica. Num só ano, depois do casamento, escreveu140 canções. Desses Ciclos de canções (Lieder), ouvimos ontem o Liderkreis op. 39 de Eichendorff várias canções de outro poeta romântico, Heine.
As canções foram interpretadas, de forma que prendeu a escassa assistência, pelo barítono austríaco Florian Boesch (na foto), que se tem dedicado ao Lied e pelo pianista britânico Rogher Vignoles, um dos mais famosos pianistas acompanhante do mundo.
Este concerto foi o segundo dos seis que integram o Ciclo Schumann do CCB, que continuam nos próximos dias 17, 20, 21 e 23 deste mês.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Golpe de Estado no património escolar do Estado...

A notícia da passagem de património escolar do Estado para uma empresa pública é uma notícia preocupante (ver Público de hoje)…
Aparentemente, tudo ficaria na posse do Estado na mesma…Mas o esclarecimento do
Ministério da Educação diz apenas que o património não vai para os privados…
Então porque se não optou pela concessão apenas, por x anos do direito de superfície?
Os terrenos são incluídos nessa transferência de propriedade? O que é exactamente transferido? Activos ou também passivos? Edifícios ou também contratação de pessoal
A opção pela”gestão empresarial” deste património ficou a dever-se a que tipo de
vantagens para o Estado? À facilidade maior em futura privatização? À fuga a que tipo de concursos públicos? A que regime de contratação de pessoal? Inclui o futuro investimento de reabilitação a partir da própria empresa ou é o Estado que vai meter mais dinheiro para o efeito? Se o fizer isto é gestão empresarial ou saco roto?
Como é que esta empresa conseguiu ou está a conseguir contratualizar fundos comunitários e empréstimos bancários na ordem de 1,2 mil milhões de contos?
A notícia é de uma enorme gravidade. E o governo tem que responder a muita coisa porque isto cheira tudo muito mal…
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Dois exemplos da inestimável contribuição da Câmara de Lagos para o problema do défice:
1º caso - requalificação da ribeira de Porto de Mós - o curso do leito foi "corrigido", devidamente "impermeabilizado" e convenientemente forrado com algumas dezenas de metros cúbicos de rebolos muito à maneira e com uma pontezinha de madeira também à maneira- 1 milhão e picos de euros apenas- vai daí, vem o mar e pimba! quais rebolos, quais telas, quais carapuças!2º caso - requalificação da Praça Infante D. Henrique- corte da
dezena e tal de árvores de grande porte, refrigério dos veraneantes nos veraneios de verão- "raspagem" geral e completa de toda a praça e montagem de repuxos computorizados (cibernéticos!) em plano inclinado de água com leito inferior de pedra redonda miúda- inscrição no topo: "Valeu a pena? Tudo vale a pena..." (não consigo escrever o resto)- alguns poucos não-me-lembro-quantos milhões de euros- vai daí, os repuxos estão catalépticos, o pl
ano de água cheio de garrafas de cerveja, latas de sumol e marcas de rodados de mota e as pessoas resmungando "pois! não há dinheiro pra nada, mas pra estas porcarias já há...".




















