
Quando alguns burros correm, chega sempre um deles em primeiro lugar
provérbio do Irão
Blogue de António Abreu - Pontos de vista de esquerda,com a preocupação de tornar melhor a vida do ser humano e de contribuir para esse combate, abertos às opiniões de quem nos queira visitar

O contexto da publicação original
A obra de Lenine «Materialismo e Empiriocriticismo» foi publicada em Maio de 1909, assinalando-se este ano o seu centésimo aniversário.

A monja beneditina Teresa Forcades i Vila, médica em Barcelona, emitiu, num artigo que pode encontrar aqui, as suas reflexões e propostas que são também perfilhadas por alguns sindicatos e muitos médicos e enfermeiros, a título individual, em todo o lado e também no nosso país.
Não deixando de estar atento a outros pontos de vista, aconselho vivamente esta sua leitura e refiro esta passagem.
(…) Se o envio de material contaminado fabricado pela Baxter não tivesse sido casualmente descoberto em Janeiro passado, efectivamente, ter-se-ia dado a gravíssima pandemia potencialmente causadora da morte de milhões de pessoas que alguns andam a anunciar. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em Fevereiro no laboratório checo. Ainda mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos, pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo sem uma base real. É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento saído do erário público destinado ao fabrico milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, ao mesmo tempo que não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que por causa da crise perderam o seu trabalho e a sua casa.(…)


O ainda ministro da Presidência, Augusto Santos Silva, defende que, pela linguagem que usa, semelhante à do Bloco de Esquerda ou do MRPP, a presidente do PSD mostra ser uma «interlocutora precária, além de fazer lembrar uma «anarquista espanhola».
Em entrevista ao semanário Sol, Santos Silva refere que «habituei-me a ver a posição da líder do PSD mas no BE ou no MRPP, que é a posição do anarquista espanhol que diz “se há um Governo, sou contra”».
Na altura de constituição de um novo governo, não faltam os responsáveis socialistas que atacam Manuela Ferreira Leite e glosam as questões internas do PSD, os “dirigentes a prazo” ostentando alguma euforia com a aparente implosão do PSD. Num estilo arruaceiro nada compaginável com o “espírito dialogante e sem preconceitos” do 1º Ministro indigitado.
Depois da primeira ronda por parte dos partidos com assento parlamentar, e não devendo isso para ele constituir qualquer surpresa, não terá recolhido promissoras perspectivas de garantir a maioria absoluta, que os portugueses lhe negaram, com o recurso à muleta de outros partidos, que já se tinham colocado fora de tal cenário.
No dar conta pública desses resultados em breve comunicação ontem, José Sócrates falou seis (!) vezes na responsabilidade que os outros partidos assumem com essa posição…Quando o que se esperaria era manifestar a disponibilidade de, sem rasgar o programa eleitoral do PS, alterar aspectos mais graves da anterior governação que estão a ter consequências nos planos da estabilidade social económica. O direito de não ser muleta de uma política com que se não concorda é inalienável e o conseguir governar sem maioria absoluta exige algum virtuosismo, que não tem tido muito acolhimento no Largo do Rato.
Voltando às “farpas”, perguntar-me-ão se venho em defesa de MFL. Claro que não. As concepções políticas nada têm a ver com as minhas e não me pronuncio, por princípio, sobre as questões internas dos outros partidos, nem tenho que ter qualquer simpatia com ela ou com qualquer um da meia dúzia de candidatos ao seu lugar, que para isso se têm vindo a perfilar há muitos meses.
Mas não fico eufórico com o desfazer de um partido que teve e tem um papel no sistema político português, independentemente de ser um sério adversário político, que não deixaria de gerar consequências perigosas se desaparecesse da circulação. Essa é uma questão interna do PSD que deve interessar fora dele.
"Quantos batalhões me dá pela medalha?", pergunta Obama, com a reclamação de McChrystal na mão... (Courrier International)


A descodificação do código genético dos humanos trouxe à Ciência enormes possibilidades de estudar a origem de doenças graves que afligem a humanidade.No entanto, o bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelo governo dos Estados Unidos em 1962, priva este organismo do acesso à tecnologia mais avançada num campo que é tão promissor, limitando significativamente o trabalho de investigação do Centro.
A Dra. Beatriz Marcheco, directora da instituição, revelou ontem ao Granma que, desde 2003, e através dos canais apropriados, têm tentado adquirir um equipamento analisador de genes, essencial para o estudo das suas variações e determinar quais destes pode levar à descoberta de um grupo de doenças que estão entre as principais causas de morte em Cuba ou que aí têm uma incidência elevada. São os casos dos cancros da mama, do cólon e da próstata, da asma, dos diabetes mellitus, de doenças isquémicas do coração e da hipertensão, para citar apenas alguns.
Esta jovem cientista referiu que o analisador é fabricado pela empresa norte-americana Applied Biosystems, e classifica-a como a mais avançada tecnologia do mundo para as investigações referidas. A equipe do Centro, segundo ela, trabalha em velocidade muito alta e é capaz de identificar a predisposição genética que as pessoas podem ter de sofrer as doenças mencionadas. Isso fornece uma oportunidade para mudar de vida e tomar outras medidas preventivas destinadas a evitar o seu aparecimento.
Para a Dra. Marcheco o mais absurdo é que depois de cada tentativa para aquisição do equipamento, a resposta das agências governamentais dos EUA sempre foi o silêncio, ou seja, eles não têm argumento para explicar por que se recusam a vender-nos um produto nobre e singular, cuja função é ajudar a preservar a saúde das pessoas.
Nem sequer têm o direito de entrar no site da empresa para obter informações, sendo-lhes negado o acesso ao verem que o requerente é de Cuba, disse.






cinco pessoas. Mas felizmente, podemos com um interruptor deslocar o eléctrico para outra via a cujas linhas está atada apenas uma pessoa. Você accionaria o interruptor? Para enfrentar este dilema os autores empregaram o princípio do efeito duplo como regra moral, e obtiveram as decisões morais adequadas.
Os dragões de fogo de artifício com que encerrou ontem a parada depois da ode "Mãe Pátria", cantada por um coro de dezenas de milhar de cantores.
Neste artigo, Carlos Carvalhas, ex-secretário-geral do PCP, revela as responsabilidade de José Sócrates na gravidade da crise e o efeito da propaganda do tipo da economia portuguesa estar robusta e "outras balelas do género, que só deixaram agravar a situação”.