
André Gide (Diário)
Blogue de António Abreu - Pontos de vista de esquerda,com a preocupação de tornar melhor a vida do ser humano e de contribuir para esse combate, abertos às opiniões de quem nos queira visitar

As propostas do PSD constantes do seu programa eleitoral são três: (1) Reduzir em dois pontos percentuais a Taxa Social Única suportada pelos empregadores até 2011; (2) Apoiar a contratação de novos trabalhadores com uma redução da Taxa Social Única em 35% e 70% , respectivamente para os trabalhadores a termo e sem termo". E a introdução, à semelhança da proposta do CDS, também de um limite ("plafond") nas contribuições para a Segurança Social. A primeira medida (redução de 2 pontos percentuais na taxa de contribuição das empresas) determinaria uma redução de receitas para a Segurança Social de cerca de 750 milhões de euros por ano. Como é para vigorar em 2010 e 2011, esta medida significaria uma redução de receitas que se estima em 1.500 milhões de euros. A segunda medida – redução da taxa contributiva das empresas em 35% e em 70%, conforme o contrato for a termo ou sem termo – determinaria uma redução de receitas para a Segurança Social que não deveria ser inferior a 300 milhões de euros por ano. Finalmente a ultima medida – introdução do plafonamento nas contribuições – não é possível estimar as suas consequências porque o PSD, diferentemente do CDS, não concretiza o limite contributivo.
Ontem no Campo Pequeno eramos mais de 7 mil. O entusiasmo. A convicção. Não eram ainda os votos mas era a imagem daqueles em que se pode confiar para que o voto, que pode ser tão volátil, possa ter utilidade e permanecer, depois de domingo, para os devidos efeitos: uma outra política. 



Sob o olhar firme de uma imagem de Che Guevara aplicada em ferro na fachada de um ministério, mais de um milhão de pessoas, a maioria vestida de branco, ocupou, a Praça da Revolução, em Havana, para participar num concerto pela paz.
e uma fonte de calor a laser, os cientistas submeteram o metano a pressões mais de 20 mil vezes superior à pressão atmosférica ao nível do mar, e a temperaturas variando de 700° C a mais de 1200º C, reproduzindo assim as condições ambientais encontradas no manto superior da Terra, entre 65 e 150 quilómetros de profundidade.
O entusiasmo que esta perspectiva pode gerar terá que ser temperado com a necessidade de novas investigações que os autores referem, para além das implicações da reconversão de toda a tecnologia envolvida 
recolhida em votos, por parte da CDU.
Um jornalista russo, Alexander Gudkov, escreve hoje na “Voz da Rússia” que as críticas à Rússia e a outros produtores independentes de petróleo foram o único resultado da última reunião da OPEP, de 10 de Setembro (ver ao lado mapa dos países da OPEP).Segundo ele, quando os preços estavam baixos, a OPEP pediu à Rússia para reduzir a produção de petróleo. Agora, a Rússia foi acusada de não dar atenção a esse pedido. O Ministério da Energia russo manifestou a sua perplexidade com estas declarações, dizendo que é melhor é ignorá-las porque são desprovidos de sentido económico. No entanto, as críticas públicas da OPEP à Rússia podem mostrar que já não acredita na vontade deste último
em respeitar compromissos tácitos.
A decisão de manter a produção ao nível actual era previsível e a fixação do preço da OPEP em 69,23 dólares por barril, foi a melhor que os exportadores de petróleo poderiam esperar.
No entanto, para este analista, algumas declarações extravasaram esse sentimento. O secretário-geral da OPEP, Abdalla Salem El-Badri, expressou sua preocupação pelo facto da Rússia não parecer estar muito disposta a cooperar com o cartel do petróleo. O ministro da Energia do Catar, Abdullah al-Attiya foi mais crítico, dizendo "Ouvimos muitas palavras, mas gostaríamos de receber apoio real e não apenas verbal”.
A OPEP está a reduzir a produção de petróleo para manter os preços. E entretanto, a Rússia deixou para trás a Arábia Saudita nas exportações de petróleo pela primeira vez desde a desintegração da União Soviética. Segundo o Ministério russo da Energia, no segundo trimestre, as exportações de petróleo e derivados de petróleo da Rússia atingiram 7,4 milhões de barris por dia. Na estimativa da Agência Internacional de Energia (AIE), o maior exportador da OPEP, a Arábia Saudita abastecia o mercado com sete milhões de barris por dia. "O fornecimento de mais petróleo está a minar os esforços da OPEP e conduzirá a uma nova redução dos preços do petróleo no terceiro trimestre", disse Attiya. Não se limitando à crítica à política de preços da Rússia, acusou, sem rodeios, o primeiro-ministro Vladimir Putin, de tentar usar as decisões da OPEP sobre a redução da produção para aproveitar para garantir o abastecimento de segmentos do mercado de petróleo antes garantidos pelo cartel.·
Mas o ministro da Energia russo Sergei Shmatko disse na sexta-feira que é fácil a OPEP fazer comentários quando nem sequer convidou um representante russo a participar na reunião. Os interesses da Rússia e da OPEP não coincidem, mas a política independente de petróleo da Rússia é aceite por muitos países, porque o Ocidente considera que o petróleo da Rússia é uma alternativa para abastecimento a partir de uma região tão instável como o Médio Oriente.
Os membros da OPEP não se esqueceram de 2002, quando a Rússia prometeu à OPEP cortar a produção de petróleo em 150.000 barris por dia. Mais tarde, esse número foi reduzido para 50.000 barris, e finalmente, a produção de petróleo aumentou em 150.000 barris por dia. As acusações da Rússia de aproveitar os mercados da OPEP também são infundadas, porque o mercado de petróleo russo é muito limitado. O petróleo russo é fornecido apenas para poucas refinarias na Europa, que está especialmente vocacionada para uma determinada marca.
A OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) é hoje composta por 13 países que têm algumas das maiores reservas do mundo, como a Arábia Saudita. Funciona, de facto, como um cartel que pretende controlar a produção do petróleo, incluindo o controlo de preços e dos níveis de produção que funcionem como pressão sobre a livre concorrência no mercado

E os EUA garantirão para o efeito substâncias nocivas e armas de destruição maciça, sem escrúpulos nos tipos de armas que “respondam” aos ataques terroristas.
Depois do massacre de chineses han em Junho nesta cidade, que é a capital da região autónoma de Xinjiang, nos últimos dias centenas de pessoas de diferentes etnias (não apenas han) foram atacadas por indivíduos que as feriram com seringas que os han, disso vítimas, atribuem aos uighurs.
O cancelamento pela administração da TVI do regresso do jornal nacional de 6ª feira, que apresentava um trabalho de investigação da equipa de Manuela Moura Guedes sobre o caso Freeport, provocou a apresentação da demissão em bloco da equipa da Direcção da Informação e das chefias de redacção daquela estação.
Passam hoje 70 anos sobre o bombardeamento de uma base polaca, perto de Gdansk pelo cruzador alemão Schleswig-Holstein.
milhões de marcos com esse objectivo, sendo que 70% dessa verba foi garantida pelos EUA.
partir de insurreições que os seus serviços secretos garantiriam entre diferentes etnias da Rússia, desintegrá-la e facilitar o objectivo de Hitler antes da invasão da URSS, que se viria a verificar 2 anos depois.
É o caso de nos estados bálticos (Letónia, Estónia e Lituânia), pnde, com apoio dos respectivos governos, se alistaram no exército nazi ou nas SS, 285 mil cidadãos desses países. Ou da Holanda e Noruega onde se alistaram 26 mil. Ou na Geórgia, Azerbeijão, Daguestão, Chechénia, Crimeia, Arménia e na Bósnia onde se alistaram 156 mil. Ou ainda o caso de alguns dos estados do leste europeu que tinham regimes nazis e aliados do Reich como a Hungria, a Eslováquia, a Croácia, a Bulgária e a Roménia.

Para o centro da informação e pretenso debate têm saltado questões laterais, o que deixa prever que, uma vez mais, andem uns a querer esclarecer e outros a fugir com o rabo à seringa do confronto de opiniões útil para o esclarecimento dos portugueses.
coragens do governo. O jogo dos trocadilhos. A falsa discussão sobre o papel do Estado. As selecções de estatísticas e outros dados de organismos nacionais e internacionais que dão jeito, mesmo que isolados e sem continuidades que garantam a sustentação dos milagres da governação. As obras em escolas, dezenas de vezes anunciadas e que estão a começar, apesar do questionável processo de adjudicação. Espionagem na Presidência da República. Os medos da gripe A à boleia da indústria farmacêutica. Os episódios internos no PSD e PS. Etc.