
Os investigadores das Universidades de Twente, na Holanda, e de Sevilha, em Espanha, descreveram a formação e comportamento do jacto de água muito rápido que se forma quando um objecto atinge a superfície da água.
Observaram exactamente o que acontecia com uma câmara super-rápida e fizeram uma simulação do processo em computador. Isso mostrou como o jacto é forçado para cima, camada por camada, por meio da pressão da água circundante. A simulação corresponde de perto às observações. Também desenvolveram um modelo teórico baseado nisso que explica a extrema velocidade do jacto de água. Estes resultados não são apenas de importância académica, porque a jactos do impacto de um objecto a cair num líquido são ocorrências frequentes na natureza e na indústria.
Se alguém deitar uma pedra num lago, projecta-se para cima um jacto de água.
Observaram exactamente o que acontecia com uma câmara super-rápida e fizeram uma simulação do processo em computador. Isso mostrou como o jacto é forçado para cima, camada por camada, por meio da pressão da água circundante. A simulação corresponde de perto às observações. Também desenvolveram um modelo teórico baseado nisso que explica a extrema velocidade do jacto de água. Estes resultados não são apenas de importância académica, porque a jactos do impacto de um objecto a cair num líquido são ocorrências frequentes na natureza e na indústria.
Se alguém deitar uma pedra num lago, projecta-se para cima um jacto de água.
Contudo, a dinâmica subjacente a este rico e complexo sistema só foi revelado usando uma câmara de alta velocidade. Esta última mostra como o movimento descendente do objecto se converte no movimento ascendente do jacto. Forma-se uma cavidade atrás do objecto durante o impacto sobre a superfície da água. Esta caixa é então comprimida pela pressão hidrostática, o que leva à formação do jacto.
Nas suas experiências, alguns destes investigadores demonstraram como a parede da cavidade força o jacto para cima, tal como dentífrico que é espremido para fora de um tubo, mas muitas vezes mais rápido, claro.
Nas suas experiências, alguns destes investigadores demonstraram como a parede da cavidade força o jacto para cima, tal como dentífrico que é espremido para fora de um tubo, mas muitas vezes mais rápido, claro.
Ao mesmo também se cria um jacto que é forçado para baixo, que se afunda no líquido, . Este segundo jacto não é visível à superfície. Para analisar a dinâmica do impacto de uma maneira muito controlada, os investigadores desenharam um disco circular na superfície da água utilizando um motor linear com uma velocidade constante. Em seguida utilizaram uma câmara de alta velocidade para tirar fotos com uma velocidade até 30.000 frames por segundo. A formação e a constrição da cavidade e a formação do jacto pôde então ser seguido com detalhe. Uma simulação computorizada do processo - que corresponde muito de perto à experiência - permitiu que os investigadores estudassem o perfil do fluxo. O jacto é forçado para cima, camada por camada, pela implosão da parede. Os investigadores desenvolveram então um modelo teórico para explicar a enorme velocidade do jacto de água com base nessa observação.

perspectiva que pressupõe uma adesão aos interesses de uma ou várias classes mas não de todas porque são entre si contraditórios. Do papel primordial que enformam a perspectiva de que o homem e as suas condições de vida ocupam como centro da actividade económica. Das opções relativas ao destino e redistribuição da riqueza produzida e da assimetria de rendimentos. Da garantia do trabalho e da remuneração progressivamente mais justa. Da aceitação ou não de serem o trabalho e a actividade económica e não a financiarização e a actividade especulativa as bases sólidas do desenvolvimento. Da relação não exclusiva entre desenvolvimento e crescimento económico. Da relação entre os direitos da comunidade ou dos trabalhadores com o direito de propriedade e dos limites deste particularmente nos casos de conflito de interesses. Da aceitação ou não que a concentração e centralização do capital afectem, pelas regras que imponham ao mercado, a extensão da malha empresarial e o direito ao trabalho. Da existência de vertentes sociais e culturais da democracia para além das vertentes políticas e económicas. De que a democracia representativa não esgota a democracia política, que inclui também a democracia participativa, de forma permanente, mais ou menos organizada, e a democracia directa, ambas de importância crescente na actualidade quando os mandatos da democracia representativa são, em geral, cada vez mais afastados das promessas, do rigor e da honestidade. De não condicionar a liberdade de criação e fruição artísticas pela “sustentabilidade” imposta pelos interesses privados e não pelo interesse público de garantir direitos culturais. Do não beneficiar do exercício das funções públicas para fins pessoais quer ao nível da incompatibilidade de interesses, quer ao nível remuneratório e de novos direitos e regalias. De encarar a autoridade como algo em relação ao qual se procura a aceitação consentida, pela justeza das medidas e pelo comportamento de quem dirige e não por assumir carácter coercivo. De estar atento e impedir derivas securitárias, abusos de poder, distorces ao equilíbrio e interdependência dos órgãos de poder. De aceitar, como natural, que, sem perda da autoridade, cada um pode contribuir para melhorar o conteúdo de uma decisão ou assumir, com naturalidade, uma capacidade crítica e autocrítica, reconhecer e explicitar os erros e dispor-se a contribuir para os ultrapassar. De recusar o show-off, o teleponto, os olhares de vivacidade anémica, a pose, em benefício da verdade, dos olhos-nos-olhos, da convicção que resulta naturalmente, e sem necessidade de muletas, da opção de falar verdade. Do respeito pelo trabalho colectivo ou do de muitos que estão por detrás dos falsos "desarrincanços" de virtude e origem pessoais. Da aceitação natural que o toque inovador de cada um, em geral, só é útil se prosseguir muita coisa boa que vem de trás e do trabalho dos que nos antecederam. Da apresentação clara e não manipulada de resultados, muitas vezes descontextualizados, sem comparabilidades retrospectivas honestamente fundadas.































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