
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Obama vai ao prego...
"Quantos batalhões me dá pela medalha?", pergunta Obama, com a reclamação de McChrystal na mão... (Courrier International)O Washington Post revelou que Obama decidiu enviar mais 13 mil soldados para o Afeganistão e que irá decidir nas próximas semanas se aceita ou não, a reclamação de mais 40 mil a 60 mil homens feita pelo comandante americano na região, Stanley McChrystal,
terça-feira, 13 de outubro de 2009
A beleza das fotos microscópicas


segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Bloquear o genoma e levar um...Nobel
A descodificação do código genético dos humanos trouxe à Ciência enormes possibilidades de estudar a origem de doenças graves que afligem a humanidade.No entanto, o bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelo governo dos Estados Unidos em 1962, priva este organismo do acesso à tecnologia mais avançada num campo que é tão promissor, limitando significativamente o trabalho de investigação do Centro.
A Dra. Beatriz Marcheco, directora da instituição, revelou ontem ao Granma que, desde 2003, e através dos canais apropriados, têm tentado adquirir um equipamento analisador de genes, essencial para o estudo das suas variações e determinar quais destes pode levar à descoberta de um grupo de doenças que estão entre as principais causas de morte em Cuba ou que aí têm uma incidência elevada. São os casos dos cancros da mama, do cólon e da próstata, da asma, dos diabetes mellitus, de doenças isquémicas do coração e da hipertensão, para citar apenas alguns.
Esta jovem cientista referiu que o analisador é fabricado pela empresa norte-americana Applied Biosystems, e classifica-a como a mais avançada tecnologia do mundo para as investigações referidas. A equipe do Centro, segundo ela, trabalha em velocidade muito alta e é capaz de identificar a predisposição genética que as pessoas podem ter de sofrer as doenças mencionadas. Isso fornece uma oportunidade para mudar de vida e tomar outras medidas preventivas destinadas a evitar o seu aparecimento.
Para a Dra. Marcheco o mais absurdo é que depois de cada tentativa para aquisição do equipamento, a resposta das agências governamentais dos EUA sempre foi o silêncio, ou seja, eles não têm argumento para explicar por que se recusam a vender-nos um produto nobre e singular, cuja função é ajudar a preservar a saúde das pessoas.
Nem sequer têm o direito de entrar no site da empresa para obter informações, sendo-lhes negado o acesso ao verem que o requerente é de Cuba, disse.
Uma opinião sobre as autárquicas de ontem

domingo, 11 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
Prémio Nobel ou...pagamento por conta?

sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Frase de fim-de-semana, por Jorge
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
Parte uma grande cantora latino-americana, uma combatente de esquerda
Suster o retrocesso, votando na CDU

Retenho apenas alguns dos episódios ilustrativos.
No que respeita à segurança, em vez de apostar no aumento dos efectivos policiais – elemento fundamental mas não único para a sua melhoria – Carlos Teixeira tem preferido, para alinhar com a política do governo, optar por “contratos locais”
E “projectos-piloto”, que puderam distrair algumas atenções mas se revelaram um fracasso local bem como a polícia municipal com funções de conferir e afagar o status ao presidente.
Depois das cheias de Sacavém de Fevereiro de 2008, a SIMTEJO, empresa inter-municipal, dirigida por um amigo e correligionário, veio em socorro da incúria do Presidente e lançou-se a construir uma espécie de “auto-estrada” para a água só que o colector para onde drena, que foi construído em 1947, continua o mesmo, com grande dificuldade de manutenção e entupimento rápido que geram ciclicamente o saltar das tampas de esgoto. Construir colectores pode não dar votos por ficarem debaixo da terra mas estas vias para dar nas vistas não resolvem…
Na Bobadela, na outra margem do Trancão, a construção de um aterro ilegal foi embargada mas depois da obra estar feita e que, no tempo de chuva, irá condicionar o caudal do rio que poderão acentuar as cheias na baixa de Sacavém.
Carlos Teixeira tem duas pavimentadoras paradas no estaleiro das oficinas mas as brigadas de operários foram praticamente extintas. Teixeira opta por conceder empreitadas a terceiros. Mas as estradas e ruas do concelho estão cheias de buracos, tendo a Rodoviária cancelado circuitos devido ao estado dos pisos.
Em Loures, depois da inauguração da Escola João Villaret, sem pavilhão escolar, aguarda-se mobiliário definitivo e não mais o alugado para Sócrates a poder inaugurar antes das eleições.
Em, Bucelas, terra de bom vinho, Carlos Teixeira colocou uma nova sinalética sobre a chamada Rota dos Vinhos de Bucelas, Carcavelos e Colares. Mas a tal rota é fictícia, ficou em águas de bacalhau, e os sinais enganam quem passa numa péssima propaganda ao vinho de qualidade…apesar de ter sido referido que a rota é financiada pela CE.
Também o trabalho de prospecção das antigas fortificações napoleónicas da Linha de Torres foi entregue a privados, impedindo os técnicos municipais de o realizarem.
Há quatro anos, pouco antes das anteriores eleições, Carlos Teixeira foi entrevistado pelo extinto Jornal de Loures prometeu que, logo depois dessas eleições, poria o PDM em discussão pública (o anterior, aprovado em 1994 já devia ter sido actualizado em 2004…), o que acabou por acontecer…quatro anos depois.
Ainda na cidade de Sacavém, a recolha do lixo está a ser paga pelos munícipes a dobrar…Os SMAS não a fazem por ser “deficitária” (apesar da população pagar o serviço, incluído nas facturas da água) e a Junta de Freguesia, de maioria PS, em vez de reclamar e inverter esta situação paga a uma empresa para o fazer, não resultando essa despesa no exercício de uma competência própria mas do afectar o destino de receitas da Junta, que os munícipes também pagam, a fins que reduzem o seu uso nas competências próprias. Pois é, para õ PS da Câmara e da Junta não serem penalizados eleitoralmente, põe o munícipe a pagar a dobrar…
Mas a melhor de todas – muitas mais aqui se poderiam contar – é o amor da família de Carlos Teixeira pelo município… A esposa é Directora do Departamento, tendo recentemente renovado o mobiliário do seu gabinete. Por isso os munícipes pagaram a módica quantia de…22 mil euros, 16 mil dos quais para se sentar numa nova secretária!
Com um outro director de departamento, por sinal também filho de vereador do PS Borges Neves.
Falar na rede familiar do presidente existente na Câmara de Loures dá para um outro posta. Mas Teixeira não se importa, defendendo o direito da família a tais prerrogativas…
No seu programa para estas eleições, a CDU refere que nos últimos 8 anos Loures perdeu a imagem de inovação e progresso de que gozava.
Os problemas sociais agravaram-se. Cresceu o desemprego, degradou-se a situação económica das famílias, aumentaram as desigualdades e a pobreza. Avolumou-se a insegurança e assistimos ao encerramento de vários serviços de Saúde sem que se tenha iniciado a construção do Hospital.
O concelho perdeu as posições cimeiras que já ocupou, quando gerido pela CDU, nos índices de bem-estar, conforto e poder de compra.
A CML abandonou a dinâmica de progresso contínuo na construção de equipamentos colectivos capazes de melhorar as condições de vida dos seus munícipes.
O território municipal tornou-se, de novo, um espaço apetecível para a especulação imobiliária, que aqui tem encontrado uma Câmara Municipal sempre pronta a colaborar com o crescimento do betão e pouco atenta à
defesa do interesse colectivo.
Infelizmente, Loures é hoje um concelho de que quando se ouve falar, é quase
sempre pelos piores motivos: insegurança, cheias ou pobreza infantil.
A CDU defende que o estado de coisas que se atingiu no concelho de Loures não é uma fatalidade que não possa ser alterada, sendo urgente inverter o rumo seguido nos últimos anos, é urgente uma VIDA NOVA PARA LOURES.
A CDU quer um concelho mais equilibrado, em que a Câmara Municipal tenha políticas capazes de contribuírem para a coesão social.
O ordenamento e gestão do território, as políticas de acção social, saúde, habitação, mobilidade, segurança pública, ambiente, educação, desporto e cultura, apoio às empresas e à actividade económica podem, e devem, promover a coesão e solidariedade social, capazes de melhorar a qualidade de vida das pessoas, objectivo que deve ser a razão primeira da política.
A CDU quer um concelho em que a opinião dos munícipes conte, um município solidário que invista nas pessoas, desenvolvido e governado para todos, capaz de valorizar o espaço público, de atrair empresas e de criar emprego.
Quer uma Câmara Municipal que tenha uma gestão municipal eficiente e acessível e com a coragem de defender os interesses do concelho em qualquer circunstância.
Para tudo isto a CDU tem propostas e construiu um Programa Eleitoral que lhes dá corpo.
O Programa Eleitoral da CDU estabelece objectivos concretos de actividade que serão, acompanhados na sua execução pelas pessoas.
O Programa que a CDU apresenta aos eleitores constitui, assim, um compromisso capaz de garantir as melhores soluções para os problemas do concelho de Loures e uma gestão democrática e participada das suas autarquias.
Para um novo internacionalismo, por Domenico Losurdo

Losurdo, remata a sua reflexão, concluindo:
sábado, 3 de outubro de 2009
Irlanda: um sim, retirado à força...

Introduzir uma componente moral na inteligência artificial

No trabalho os dois autores modelam diferentes dilemas morais para solucionar o chamado “problema do eléctrico”, introduzido há quase cinquenta anos pelo filósofo inglês Philippa Foot e que envolve um eléctrico deslocando-se de forma descontrolada nas linhas onde estão amarradas
cinco pessoas. Mas felizmente, podemos com um interruptor deslocar o eléctrico para outra via a cujas linhas está atada apenas uma pessoa. Você accionaria o interruptor? Para enfrentar este dilema os autores empregaram o princípio do efeito duplo como regra moral, e obtiveram as decisões morais adequadas.Neste trabalho os autores partiram da constatação que a moralidade nos dias de hoje não é apenas questão de filósofos e que se tem procurado entendê-la num ponto de vista científico incluindo na com unidade da inteligência artificial onde se designa por ética da máquina, moralidade da máquina, moralidade artificial ou moralidade computacional.
Os cientistas do cognitivo, por exemplo, podem beneficiar muito da compreensão da interacção complexa de aspectos cognitivos que suportam a moralidade humana e também para obter os princípios morais que as pessoas aplicam normalmente quando defrontam dilemas. A modelação computorizada do raciocínio moral também pode ser útil em sistemas inteligentes tutorais por exemplo para ensinar a moralidade às crianças. Por outro lado, como cada vez mais se espera que os agentes artificiais sejam mais autónomos e trabalhem para nós, habilitar agentes com a capacidade de computorizar decisões morais é um requisito indispensável e, particularmente verdade quando os agentes operam em domínios onde ocorrem dilemas morais, como nos cuidados de saúde e no campo médico.
Desta forma, trabalha-se para que um dia as máquinas adquiram o sentido da moralidade, questão que não deixa de nos suscitar reflexões ou obras de arte sobre o risco de máquinas demoníacas controlarem um dia o nosso mundo e dominarem a humanidade, como aconteceu nos filmes “2001: odisseia no espaço” ou no “Terminator”.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Frase de fim-de-semana, por Jorge
China, nos 60 anos da República Popular, a continuidade magnífica de um grande país, de uma grande cultura e de tantos povos...
Os dragões de fogo de artifício com que encerrou ontem a parada depois da ode "Mãe Pátria", cantada por um coro de dezenas de milhar de cantores.Todas as palavras arriscam a ser poucas e banais quando a China, berço de muito da nossa civilização, grande império, depois dividido, invadido e com um tratamento colonialista inqualificável, em 1949 conseguiu, contra a guerra que lhe fizeram dezenas de potências capitalistas e o Japão, hoje dá cartas em todos os tabuleiros e é requisitada para tirar o mundo de uma crise criada pela própria evolução do capitalismo.
O presidente Hu Jintao disse aos seus compatriotas para não deixarem o caminho do socialismo, afirmando que “Sessenta anos de progresso da nova China demonstrou cabalmente que só o socialismo pode salvar a China. Só uma política de reformas e de abertura pode garantir o desenvolvimento da China, do socialismo e do Marxismo”.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Considerações breves sobre a crise e a sua evolução, de Carlos Carvalhas
Neste artigo, Carlos Carvalhas, ex-secretário-geral do PCP, revela as responsabilidade de José Sócrates na gravidade da crise e o efeito da propaganda do tipo da economia portuguesa estar robusta e "outras balelas do género, que só deixaram agravar a situação”.Transcrevemos a primeira parte e remetemos o eleitor para a leitura completa no diário info.
A crise aí está a mostrar como foram erradas:
- A política do tudo à exportação, com o abandono da política da produção de bens transaccionáveis para a substituição de importações e o definhamento do mercado interno.
- A política de desindustrialização do país, com a crescente e excessiva dependência do investimento estrangeiro aumentando a vulnerabilidade e a incerteza quanto ao futuro, de que a Quimonda – que assegurava ficticiamente o nosso saldo positivo na balança tecnológica – e a Auto-Europa são exemplos.
- A política das privatizações dos empresas básicas e estratégicas e serviços públicos, que não se traduziu em benefícios para o país, antes pelo contrário. No sector financeiro por exemplo, importantes Bancos nacionais caíram em mãos estrangeiras e outros aumentaram a sua dependência. Perdeu o Orçamento de Estado, pois as receitas dos impostos sobre estas empresas diminuíram de imediato. Perdeu a economia nacional como um todo, pois o crédito – bem público – passou a ser gerido segundo os interesses particulares dos accionistas e não segundo o interesse público (1). As trafulhices no BCP, BPN e BPP – que são para já as conhecidas - evidenciam com clareza quais os desígnios da gestão privada e o pedido para a renacionalização da COSEC por parte dos exportadores, proposta já anunciada pelo governo, é a confirmação que aquela empresa nas mãos dos privados guiando-se pelos interesses particulares e de grupo não serve os interesses das exportações nacionais.
- A política de desvalorização e subalternização do investimento público; o combate ao défice com o estrangulamento da actividade económica; a submissão ao Pacto de Estabilidade e as concepções de que o mercado por si só era auto-regulador.
- A política de concentração de riqueza e da diminuição do poder aquisitivo das massas trabalhadoras e das camadas intermédias.
- O atraso com que se começou a reagir à crise, com as soberbas afirmações de que a economia portuguesa estava robusta e outras balelas do género, que só deixaram agravar a situação. A primeira resposta do governo foi a de ignorar a crise com o Banco de Portugal no seu “rame rame” e em que a política orçamental esteve praticamente ausente.
- A política de gestão das nossas reservas de ouro que foram sendo vendidas nos períodos de baixas cotações com o argumento de que não eram rentáveis – o que era verdade – mas não nos períodos de crise. A displicência com que têm sido geridas as reservas de ouro e as levianas concepções que tem aparecido quanto à sua aplicação mostram por parte do Banco de Portugal e de outros “doutos” economistas do sistema, que para estes tínhamos chegado ao «fim da história » e que já não haveria mais uma crise como a que estamos a viver. Como dizia um clássico, num outro sistema o ouro até pode servir para fazer latrinas, mas no sistema vigente continua a ser um valor refúgio que deve ser gerido não de forma imobilista – boi Ápis – mas para a sua valorização e rentabilidade (2)
(...)
Notas
(1) O governo criou um grupo de contacto entre a banca e associações empresariais para avaliar as queixas dos empresários sobre gestão e concessão do crédito. “Diário Económico” 22/05/09(2) Face à incerteza da evolução do dólar a China tem vindo a comprar importantes quantidades de ouro.
Belém e S. Bento entre ameaças e ligeirezas

terça-feira, 29 de setembro de 2009
Ensinar ao patronato como aplicar as malfeitorias de Sócrates
Pretende este braço patronal que os patrões rapidamente se familiarizem “com a criação do contrato de trabalho intermitente e de muito curta

duração, o banco de horas, os horários concentrados, a adaptabilidade grupal e a simplificação introduzida nos processos de despedimento com a supressão da fase de instrução foram algumas das medidas introduzidas no Novo Código de Trabalho. As mesmas visam permitir uma maior flexibilidade do tempo de trabalho e uma diminuição de custos para as empresas”. Nesta sessão os participantes serão “esclarecidos” sobre quais os instrumentos de flexibilização do tempo de trabalho introduzidos pelo Novo Código de Trabalho e como efectuar a implementação destas alterações com recurso aos sistemas de informação.
Relembre-se a propósito que no seu site (http://www.aerlis.pt/), a AERLIS se define como movimento de descentralização iniciado pela AIP, Associação Industrial Portuguesa, que resultou na criação de Associações Empresarias Regionais (AER), das quais a AERLIS representa o distrito de Lisboa com os seus 16 municípios.
Diz-se aí que o objectivo da AERLIS é criar condições para um desenvolvimento sustentado (???)do tecido económico e social (???), em consonância com os interesses das empresas (de quais???), das regiões (???) e dos municípios (???) onde se inserem.
Aí também se consagra que a missão da AERLIS se consubstancia na prestação de serviços de qualidade às Empresas da Região de Lisboa, tornando-as mais competitivas nos mercados onde operam e na representação e defesa dos seus interesses junto das diversas instâncias estatais e privadas (neste caso deve ser o inverso, isto é, a representação da defesa das políticas e decisões do governo junto das diversas instâncias privadas, não???).
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Agora as autárquicas!
Versão corrigidaSatisfação por o PS ter perdido a maioria absoluta, o que resultou essencialmente por deslocação de votos de esquerda do PS para o Bloco. Satisfação pelo reforço ligeiro da CDU em votos, percentagem e deputados eleitos. Satisfação por a direita se ter mantido em minoria, perdendo margem de manobra que só lhe poderá restar se o PS a isso aceder. Satisfação pela derrota da arrogância, que só renascerá num outro contexto político com motivações provocatórias.
Insatisfação por a deslocação de votos do PS se não ter feito em termos significativos para a CDU, tendo optado por uma plataforma onde a transitoriedade das opções dão mais sentido ao protesto do que à alternativa. Por o PCP, o grande animador e organizador dos grandes movimentos de protesto contra a política do PS, não ter disso
beneficiado eleitoralmente, não pelo facto em si mesmo mas pelas interrogações que isso coloca à possibilidade de ser interrompido o caminho de destruição dos dirigentes socialistas.Quando o PS ontem proclamou vitória, tendo sido ele o único partido que baixou os resultados. Quando Sócrates disse que quem tinha sido escolhido para formar governo fora ele e não os outros, quando os seus porta-vozes insistiram que o rumo político se manteria, é de prever que entrámos numa fase de acordos explícitos com a direita ou que prepara um caminho de provocação e chantagem.
Mas Sócrates foi derrotado e a bipolarização quebrou-se. E disso tem que saber ler os sinais.
Agora, vamos às autárquicas porque estes resultados foram promissores.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Estrangulamento financeiro da segurança social pelo CDS, PSD e PS e a tentativa de criar um mercado para fundos de pensões privados, por Eugénio Rosa

As propostas do PSD constantes do seu programa eleitoral são três: (1) Reduzir em dois pontos percentuais a Taxa Social Única suportada pelos empregadores até 2011; (2) Apoiar a contratação de novos trabalhadores com uma redução da Taxa Social Única em 35% e 70% , respectivamente para os trabalhadores a termo e sem termo". E a introdução, à semelhança da proposta do CDS, também de um limite ("plafond") nas contribuições para a Segurança Social. A primeira medida (redução de 2 pontos percentuais na taxa de contribuição das empresas) determinaria uma redução de receitas para a Segurança Social de cerca de 750 milhões de euros por ano. Como é para vigorar em 2010 e 2011, esta medida significaria uma redução de receitas que se estima em 1.500 milhões de euros. A segunda medida – redução da taxa contributiva das empresas em 35% e em 70%, conforme o contrato for a termo ou sem termo – determinaria uma redução de receitas para a Segurança Social que não deveria ser inferior a 300 milhões de euros por ano. Finalmente a ultima medida – introdução do plafonamento nas contribuições – não é possível estimar as suas consequências porque o PSD, diferentemente do CDS, não concretiza o limite contributivo. CDU: o único voto útil para uma outra política
Ontem no Campo Pequeno eramos mais de 7 mil. O entusiasmo. A convicção. Não eram ainda os votos mas era a imagem daqueles em que se pode confiar para que o voto, que pode ser tão volátil, possa ter utilidade e permanecer, depois de domingo, para os devidos efeitos: uma outra política. 
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Lula da Silva pede ao governo fantoche das Honduras que não assalte a embaixada brasileira

Ainda sobre a síntese abiótica de hidrocarbonetos

O Metano (CH4) é o principal componente do gás natural, enquanto o etano (C2H6) é usado como matéria-prima na indústria petroquímica. Ambos os hidrocarbonetos, bem como outros relacionados com o combustível, se designam por hidrocarbonetos saturados, porque eles têm ligações simples e estão saturados com hidrogénio. Eles usaram uma célula de “bigorna de diamante” e uma fonte de calor laser. Submeteram em primeiro lugar o metano a pressões superiores a 20 mil vezes a pressão atmosférica ao nível do mar e a temperaturas que variam entre 1.300 ° F e mais de 2.240 ° F. Estas condições reproduzem as que poderão ser encontradas a 40-95 quilómetros de profundidade no interior da Terra.
Já não consegui obter resposta de Kutcherov que foi quem fez a declaração, não fundamentada, das promissoras perspectivas económicas, que citei no post anterior, mas que não constavam do trabalho propriamente dito, apresentado em Julho pelos três autores, parecendo ser tão só um aparte seu.
Zelaya nas Honduras: pátria, restituição ou morte!




















