
terça-feira, 22 de julho de 2008
Tropa de Élite, de José Padilha, um filme fascista?

segunda-feira, 21 de julho de 2008
Venezuela apoia os mais pobres nos EUA (do diário digital de hoje)

A Venezuela vai distribuir lâmpadas de baixo consumo de energia em comunidades pobres de 11 cidades norte-americanas, entre as quais a capital, Washington.
Segundo as autoridades venezuelanas, a medida faz parte do programa Missão para Revolução Energética, que visa a ajudar pessoas de baixos rendimentos a reduzir o consumo de energia.
O projecto, que já está em andamento na Venezuela, está a ser financiado com o dinheiro das vendas do petróleo.
Segundo a BBC em Caracas, 60 milhões de lâmpadas económicas já foram doadas a comunidades carenciadas venezuelanas, esperando o governo que o consumo de energia no país seja reduzido em 5%.
Nos Estados Unidos, o governo do presidente Hugo Chávez deve distribuir 500 mil lâmpadas entre residentes de 11 cidades, o que deve resultar numa economia de 15 milhões de dólares (cerca de 9,5 milhões de euros) ao longo dos 10 anos de vida útil das lâmpadas.
A Venezuela tem uma das maiores reservas petrolíferas do mundo e há cinco anos que está a aplicar parte dos lucros obtidos com a exportação da lâmpada em programas sociais.
Além do programa de distribuição de lâmpadas, Chávez também fornece petróleo a baixo custo para vários países, incluindo o Reino Unido, que compra combustível venezuelano a baixo custo e transfere o desconto para utilizadores de baixos rendimentos no transporte público.
Os críticos dizem que, por trás da iniciativa, o objectivo do país é fazer propaganda política.
Nota do editor - Os críticos que façam coisas semelhantes noutros países...
Provocações contra os Jogos Olímpicos
A explosão, quase em simultâneo, de dois autocarros na cidade de KunMing, do sudoeste da China, a cerca de 2100 km de Pequim, parece confirmar os receios de todos quantos temiam uma escalada de provocações contra os Jogos Olímpicos na China.Duas vidas humanas foram ceifadas,. outras 14 ficaram feridas
A primeira provocação teve o seu iníciocom os actos de vandalismo provocados por bandos afectos ao Dalai Lama em Lasa, capital do Tibete, no passado mês de Abril, logo transformado em pretexto para novo fôlego mediático do separatismo tibetano. Com uma cobertura esquisita onde as cenas de violência policial foram...as das intervenções noutros países de polícias desses países contra manifestantes pró-Dalai Lama!
Incidentes tendentes ao separatismo de outras províncias também passaram a ocorrer.
O pretexto dos "direitos humanos" foi, uma vez mais, hipocritamente utilizado por aqueles que os não respeitam. Nos países que invadiram e puseram a ferro e fogo. Nos campos de prisioneiros de guerra onde estes são tratados de forma completamente arbitrária. Nos países com regimes ditatoriais que apoiam com material de guerra e de espionagem. Nos embargos económicos que promovem contra as populações de vários países. No apoio humanitário externo condicionado por atitudes sectárias e de ingerência. Etc, etc (alguém tem dúvidas da lista imensa de situações a que todos temos a obrigação ética de não fechar os olhos???).
E isto para não falar já nas violações aos direitos humanos para com os seus próprios habitantes...
A raiva surda fala mais alto porque a China tem um bom crescimento económico, vai caminhando na resolução de graves problemas sociais do passado e do presente capitalista, apresenta elevados índices na educação e na formação dos jovens e os seus atletas irão certamente apresentar um bom desempenho nos Jogos Olímpicos que se iniciarão daqui a 3 semanas.
Há que erguer uma barreira contra esta escalada. De todos. Incluindo daqueles que têm reservas em relação à política e ao regime chineses e aos que acreditam na bondade do separatismo tibetano e de outras províncias.
Quanto mais não seja pelo respeito dos ideais olímpicos.
domingo, 20 de julho de 2008
Vida, de Joaquim Namorado
Superioridade moral dos G8...

Trufas e caviar no jantar da cimeira do G8 sobre fome (transcrito do Diário de Notícias) Os líderes das oito economias mais industrializadas do mundo (G8), reunidos numa cimeira no Japão, estão a causar espanto e repúdio na opinião pública internacional, após ter sido divulgada aos órgãos de comunicação social a ementa dos seus almoços de trabalho e jantares de gala. |
sábado, 19 de julho de 2008
Amina Alaoui, no CCB
Amina Alaoui, grande cantora marroquina que tanto tem influenciado a música no norte de África e Próximo Oriente, quando actuou há meses atrás no CCB, acompanhada pela Ronda dos Quatro Caminhos, Pedro Caldeira Cabral e a Orquestra Sinfonietta de Lisboa.
As expectativas que Obama vai desfazendo...

Que quer de África a União Europeia?
Dois acontecimentos recentes e os seus reflexos mediáticos à escala planetária, revelam a manutenção de uma mentalidade colonial.Coimbra nos anos 50
Hoje, no Museu do Neo-Realismo em V. F. de Xira
sexta-feira, 18 de julho de 2008
O pensamento da semana, por Jorge

quinta-feira, 17 de julho de 2008
Sobre os incidentes na Quinta da Fonte, a propósito de uma crónica de Paula Teixeira da Cruz
São três as questões suscitadas hoje na crónica semanal, no Correio da Manhã, de Paula Teixeira da Cruz, a propósito dos incidentes referidos. Quanto à primeira, estaremos de acordo. A crise é caldo de cultura que potencia a violência que, sob diversas formas, existe na sociedade. Isso exige que estado e outras instituições em vez de ensaiarem grandes desarrincanços de pendor mediático que provoquem o aumento da perigosidade, apresentem as questões, desautorizem os especuladores de audiências, definam prioridades de medidas preventivas ou operacionais imediatas, contribuindo para a serenidade, compreensão do fenómeno e do que se faz para lidar com ele e alertado para apelos que favoreçam derivas securitárias do Estado e das comunidades.
Quanto à segunda questão, há realojamentos e realojamentos. Há diferentes etnias com diferentes modos de habitar. Há mediações que se têm que estabelecer entre as comunidades e as entidades públicas que promovem, com objectivos positivos (que deverão resultar das próprias opiniões dos interessados e do saldo positivo em termos de qualidade de vida), os realojamentos.
A disponibilização de terrenos de barracas e casas abarracadas para negócios imobiliários não podem ser o único factor a ter em conta quando se procura a sua sustentabilidade.
Estes processos envolvem também maior periferização de camadas realojadas, correndo-se o risco de criação de guetos se os realojamentos forem neste sentido e culturalmente homogéneos.
O convívio inter-cultural é um interessante termo para mostrar que se é politicamente correcto mas escamoteia a complexidade dos processos de que as entidades públicas se não podem alhear.
As experiências de realojamentos, com os estudos já feitos e a fazer, com a preocupação de identificar que melhores práticas se seguirão são essenciais. Não há juízos definitivos que se possam tirar já.
Quanto à terceira questão. É verdade que o governo anda alheado de muita coisa e que prefere estar presente em cenários programados de acordo com a sua agenda. A abordagem destas matérias, como se infere do que disse a propósito da primeira e da segunda questões, tem que ser encarada com serenidade o que não significa ausência. O governo mandou a governadora civil aos primeiros embates. Esperamos que o silêncio signifique que se está a fazer alguma coisa, em discussão com as “partes”. Ou será que o governo só vai esperar “eficácia” da intervenção policial, como ontem declarou Vitalino Canas?
Bom senso e falar verdade têm andado arredados da prática governativa como o provam as alterações previstas para o Código do Trabalho, a relação com os agriculturas ou as perspectivas da economia portuguesa.
Guillermo Rivera Fúquene assassinado

quarta-feira, 16 de julho de 2008
O relatório do Banco de Portugal rectificou previsões para 2009 que exigem reposição do poder de compra

Morales volta a denunciar "ajuda" de uma agência norte-americana

terça-feira, 15 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Sarkozy arranca com a União para o Mediterrâneo (UPM)

A taxa do governo não afecta lucros da GALP

domingo, 13 de julho de 2008
Salvemos Guillermo Rivera Fúquene!
Numa altura em que a libertação de Ingrid Betancourt terá contribuído para a recuperação da imagem do presidente Alvaro Uribe, importa, a propósito de fortes receios por outras vidas, relembrar que o regime da Colômbia é o regime mais violento de toda a América Latina, mais armado e com torcionários treinados pela administração norte-americana, trabalhando paralelamente com forças para-militares de extrema direita, ligados a alguns grandes proprietários e grandes narcotraficantes.sábado, 12 de julho de 2008
Rodriguinhos de Sherwood em S. Bento

sexta-feira, 11 de julho de 2008
Pensamentos de fim-de-semana, por jorge
Vereadores comunistas de Lisboa pedem à PGR que se pronuncie sobre não agendamente de propostas da oposição por António Costa

ta atitude tomada à revelia do que tem sido a prática de anteriores executivos da CML.quinta-feira, 10 de julho de 2008
quarta-feira, 9 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
Shalimar o Palhaço, de Salman Rushdie
Não foi fácil abstrair-me do papel que desempenharam Os Versículos Satânicos num combate multifacetado contra o mundo islâmico, independentemente da vontade do seu autor, quando Bush e os seus mais directos aliados já estavam nessa campanha bem isolados das opiniões públicas.segunda-feira, 7 de julho de 2008
GALP: lucros e mais lucros especulativos...
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Uma vez mais, Eugénio Rosa traz à liça elementos que alguns não querem revelar por detrás de muitos dados oficiais (http://www.lisboa.pcp.pt/).
Neste caso são os lucros extraordinários de 1.098 milhões de euros, obtidos pela GALP em 4 anos como resultado, não da actividade que lhe é própria mas pelo aproveitamento das subidas de preços especulativas e da desvalorização dopdólar. De facto a GALP vendeu sistematicamente a um preço mais elevado os produtos da refinição de petróleo adquirido nos meses anteriores a preços mais baixos.
Esta especulação sobre o que já foi motivo de especulação, designado por "efeito stock",
originou sobrelucros que deveriam, mais do que os normais, serem objecto de uma profunda taxação para fins sociais.
Mas, quer o presidente da GALP quer a Autoridade da Concorrência ignoram a matéria
Lucros extraordinários obtidos pela GALP
devido apenas ao “efeito stock”
no período 2004- 1º Trimestre de 2008
ANOS | Resultado Liquido Milhões de euros | Resultado Liquido sem o "efeito stock" Milhões de euros | LUCRO EXTRAORDINÁRIO resultante da especulação do petróleo (efeito stock) Milhões euros |
2004 | 453 | 346 | 107 |
2005 | 701 | 425 | 276 |
2006 | 755 | 468 | 287 |
2007 | 777 | 418 | 359 |
SOMA (2004-2007) | 2.686 | 1.657 | 1.029 |
Aumento 2004-2007 | 71,5% | 20,8% | 235,5% |
1ºTrim.2007 | 143 | 122 | 21 |
1ºTrim.2008 | 175 | 106 | 69 |
Aumento 1T2008-1T2007 | 22,4% | -13,1% | 228,6% |
SOMA (2004-1ºTim.2008) | 2.861 | 1.763 | 1.098 |
FONTE : Relatório e Contas 2007; Resultados 1º Trimestre de 2008 - GALP ENERGIA | |||
domingo, 6 de julho de 2008
O que importa esclarecer a propósito da libertação de Ingrid Betancourt
A libertação de Ingrid Betancourt é um facto positivo e foi recebida como um novo fôlego para a libertação dos restantes refens das FARC, os colombianos presos nas prisões do governo e o início de negociações de paz sérias e sem ingerências exteriores.O conflito de há 40 anos na Colômbia tem envolvido:
-por um lado, os sectores com maior poder económico, com apoio expresso dos EUA, cujo governo actua de uma forma criminosa, mantendo nas prisões centenas de activistas camponeses, guerrilheiros e activistas sindicais, com uma longa lista negra de mortes e com uma relação estreita com os grandes narcotraficantes (Uribe é mesmo conhecido como o Narcopresidente da Colômbia...) e com grupos paramilitares de direita com uma acção terrorista bem conhecida, sectores que estão em profunda degradação como tem revelado nos últimos dias o confronto de Uribe com o Supremo Tribunal do país;
- por outro, a resistência colombiana, que durante todo esse tempo assumiu a forma armada, dominando uma boa parte do território do país, onde entre muitos outros aspectos muitos camponeses sobrevivem com o cultivo da matéria prima inicial ao fabrico de diversos tipos de drogas, com recurso à captura de refens que procura trocar com guerrilheiros presos, em regime que tem facilitado internacionalmente a degradação da imagem da resistência colombiana.
Há anos que, com diversos intermediários, têm sido feito esforços com sucesso para várias libertações de refens e para negociações com vista a uma solução política para o conflito. O governo de Uribe, sempre acom panhado por idênticas posições dos EUA, tem procurado boicotar essas tentativas e revertê-las a seu favôr mesmo pondo em risco a vida de refens e negociadores.
A libertação de Ingrid Betancourt ocorreu nos dias em que essa libertação estava a ser ultimada por delegações da França e da Suissa em reuniões com o novo dirigente, Alfonso Cano, e o secretariado das FARC. A intervenção das forças militares de Uribe apoiada por meios norte-americanos não estavam previstas e, aparentemente, terão apanhado de surpresa os negociadores. Tal facto foi antecedido por um ataque anterior contra Raul Reyes, que o matou, que estava a preparar nas FARC essa mesma libertação, então em contacto com delegações da França e do Equador.
Não disponho como qualquer cidadão de elementos para clarificar estas questões. O tempo mais próximo irá esclarecê-las. Questões que deveriam ter obrigado os deputados na AR a serem um pouco mais independentes e não terem ido a correr tomar a posição que tomaram. Ficam com ela.
sábado, 5 de julho de 2008
Os comunistas e a libertação de Ingrid Betancourt
O Grupo Parlamentar do PCP apresentou na AR a proposta de moção que se segue e que foi inviabilizada pelo PS, PSD e CDSApós seis anos de cativeiro na selva, é motivo de justa satisfação o regresso à liberdade de Ingrid Betancourt, ex-candidata presidencial colombiana
O resgate de Ingrid Betancourt coloca em evidência a gravidade da situação em que se encontram centenas de prisioneiros na posse da guerrilha e nas prisões do regime de Álvaro Uribe e a necessidade de encontrar uma solução humanitária.
Assinale-se que, sistematicamente, o Governo da Colômbia tem vindo a sabotar negociações, mediadas por responsáveis de diversos países, no sentido da troca de prisioneiros entre as partes do conflito.
Os complexos problemas em presença na Colômbia, exigem uma solução política e negociada de um conflito que se arrasta há mais de 40 anos, indissociável de um regime que promove o agravamento da exploração, da repressão e das perseguições, incluindo milhares de assassinatos e brutais torturas, fortemente condicionado pela ingerência política e militar da administração norte-americana.
A necessidade de uma solução negociada para o conflito na Colômbia, torna-se ainda mais urgente num quadro em que os EUA o procuram radicalizar e instrumentalizar, como justificação para o reforço da presença de forças militares e como forma de desestabilização da região e dos países que a integram, com risco de escalada militar e ameaça à paz.
Nestes termos, a Assembleia da República:
1. Congratula-se pelo regresso à liberdade de Ingrid Betancourt.
2. Exprime o seu desejo de que a liberdade de Ingrid Betancourt possa contribuir para um caminho de paz para a Colômbia.
3. Apela às partes envolvidas para que encetem negociações no sentido da libertação de todos os prisioneiros.
4. Valoriza todos os esforços orientados para alcançar uma solução política negociada.
5. Apela às partes para que se empenhem na busca de uma solução política negociada do conflito, que dura há mais de quatro décadas.
6. Manifesta-se pelo respeito da soberania do povo colombiano na definição dos destinos do seu país. Assembleia da República, 4 de Julho de 2008
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Atentado á escola Querubim Lapa

Sophia e Nadir, pela mão de anamar(*)
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Xanana: o conspirador permanente...

quarta-feira, 2 de julho de 2008
Cê (*) pergunta: A margem do Tejo vai continuar a pertencer à cidade ou será que está a ser privatizada?

Para os habitantes de Lisboa, a recuperação da frente ribeirinha, do Parque das Nações até Belém é por certo uma óptima ideia. Todos ficarão contentes se puderem um dia ter um enorme espaço verde junto ao Tejo, onde possam passear, jogar à bola, picnicar, ler, pescar, correr, andar de bicicleta ou, simplesmente, ficar a olhar para a bela paisagem…
No entanto, o projecto de que se fala, não é só ouro sobre azul. É que, para além dos espaços verdes estão previstos empreendimentos que levantam preocupações.
O primeiro e o mais duvidoso é o terminal de cruzeiro no Terreiro do Trigo, porque vai criar uma barreira entre o bairro de Alfama e o rio quando, o que seria desejável, era recriar a ligação de Alfama ao rio. Claro que o terminal de cruzeiros vai atraír turistas ao centro histórico que visitarão os velhos bairros e poderão criar riqueza mas, se fosse deslocado para nascente, funcionava da mesma forma e permitia a revalorização da zona baixa de Alfama. Já imaginaram como seria descer a colina do Castelo em direcção ao Chafariz de Dentro e seguir por um espaço verde até ao cais?
Outros dois projectos igualmente duvidosos são os dois centros comerciais previstos para Santa Apolónia e para o Cais do Sodré. Será que Lisboa necessita de construir mais dois centros comerciais, junto ao rio? Não seria muito mais interessante, em vez de mais dois enormes edifícios que concentram sempre as mesmas lojas, reanimar o comércio tradicional da zona com a sua variedade?
Finalmente, poquê construir edifícios no Campo das Cebolas? A Baixa está desabitada,
Alfama tem inúmeros edifícios ao abandono, para quê construir logo alí a tapar a vista para o Tejo? E o equipamento cultural na Doca da Marinha, vai ser o quê, outra barreira visual? Com tanto edifício com valor patrimonial ao abandono tem mesmo que se construir alí?
Edifícios recentemente construídos como a Agência Europeia de Segurança Marítima, no Cais do Sodré e o Hotel Vila Galé Ópera em Alcântara, são exemplos do que não deve ser feito e deixam adivinhar o que será o futuro!
O que é preciso fazer na zona ribeirinha é limpar, reabilitar, ajardinar e preservar o sistema de vistas. Nunca construir novos imóveis.
Mais longe, na Doca Pesca, fala-se na construção de uma marina…
A margem do Tejo vai continuar a pertencer à cidade ou será que está a ser privatizada?
terça-feira, 1 de julho de 2008
O presidente polaco recusa assinar o defunto Tratado de Lisboa

O velho e o mar, de Hemingway

















