Desde 6ª feira muita coisa funciona no sub-solo da Ossetia do Sul...
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Blogue de António Abreu - Pontos de vista de esquerda,com a preocupação de tornar melhor a vida do ser humano e de contribuir para esse combate, abertos às opiniões de quem nos queira visitar
Desde 6ª feira muita coisa funciona no sub-solo da Ossetia do Sul...


Estas são primeiras declarações recolhidas por jornalistas chegados à capital da Ossetia
O "acusador"e o "acusado"...

A EDP acabou
Estes lucros impressionantes foram conseguidos também à custa de preços elevados pagos por mais de 4 milhões de consumidores domésticos, ou seja, por milhões de famílias portuguesas que vivem com dificuldades crescentes. Assim, de acordo com dados da Direcção Geral de Energia do Ministério da Economia, o preço pago por um kWh por um consumidor domestico é 191% superior ao preço pago por um consumidor de “muita alta tensão”; 174,2% superior ao preço pago por um consumidor de “alta tensão”; 116,8% superior ao preço pago por
Segundo também a Direcção Geral de Energia do Ministério da Economia, exceptuando os consumidores do tipo “DA”, ou seja, com consumos médios mensais até 50 kWh, que são aqueles que pagam por mês apenas 7,75 euros incluindo o IVA, o que é uma percentagem muito reduzida de consumidores domésticos, mas tomando como base de comparação o preço da electricidade sem impostos, porque é aquele que reverte para as empresas e que constitui a fonte dos seus lucros, conclui-se que no 2º semestre de 2007, o preço da electricidade em Portugal era superior ao preço médio da União Europeia dos 15 países, para os consumidores tipo “DB” (consumo médio mensal 100 kWh) em +19,3%, para os consumidores do tipo “DC “ (consumo médio de 292 kWh) em +22,1%; para os consumidores do tipo “DD” (consumo médio mensal de 625 kWh) em mais +16,4%; e para os consumidores do tipo “DE” + 18,1%. Apenas para os consumidores do tipo “DA”, ou seja, para aqueles que pagam em média por mês apenas 7,75 euros com IVA , que são poucos, é que o preço do kWh era, sem impostos, inferior em -10,8%.
Em resumo, exceptuando os consumidores do tipo “DA”, cujo número é reduzido, o preço da electricidade em Portugal, sem impostos, ou seja, aquele que reverte integralmente paras as empresas, era superior ao preço médio da UE15 entre 16,4% (consumidores tipo “DD”) e 22,1% (consumidores tipo DC”). Estes últimos (consumidores do tipo “DC”) representam 36% dos consumidores domésticos, e o seu consumo corresponde a 48% do consumo de todos os consumidores domésticos e pagam mais 22%. Só devido ao facto dos impostos sobre a electricidade em Portugal serem inferiores entre 77,2% e 82,6% à média da União Europeia dos 15 é que impede a situação de ser ainda mais incomportável para os consumidores domésticos portugueses. O OE está assim também a financiar os lucros da EDP. E a EDP pretende ainda impor em 2009 um grande aumento dos preços da electricidade com a justificação da existência de um elevado défice tarifário.
É evidente que com preços desta natureza a EDP tem de ter lucros elevadíssimos. Não é preciso ser um grande gestor para conseguir isso, face à passividade do governo e da entidade reguladora (ERSE), que até teve o descaramento de propor que as dividas incobráveis da EDP fossem pagas pelos clientes que pagam pontualmente. Por aqui se vê o tipo de fiscalização que existe actualmente em Portugal em relação aos grandes grupos económicos.




Nunca como hoje se vão desfazendo os mitos da capacidade da economia liberal dar melhores respostas que o Estado aos problemas do País.

«Esta máquina mata fascistas», podia ler-se na guitarra do músico e compositor norte-americano Woody Guthrie. Nascido em 1912 e falecido em 1967, Woodrow Wilson «Woody» Guthrie é um dos nomes mais importantes da cultura norte-americana do século XX, tendo deixado um impressionante legado musical, que consiste de centenas de canções, baladas e improvisações, indo dos temas políticos e sociais às canções infantis, passando pelos temas tradicionais.
Aquela que é talvez a sua canção mais conhecida, This Land is Your Land (Esta Terra é a tua Terra), é regularmente cantada em algumas escolas norte-americanas. Muitos dos temas que gravou estão arquivadas na Biblioteca do Congresso.
As suas canções deram voz à América sem voz – a América dos operários, dos negros, dos camponeses – que
conheceu numa vida de andarilho, percorrendo várias cidades acompanhado apenas pela sua guitarra. Desta vivência surgiram muitas das canções que escreveu, contribuindo para cimentar as suas convicções comunistas.
Várias gerações de músicos folk e rock foram por si influenciados, como Pete Seeger e Bob Dylan.
Afectado pela mesma doença que vitimara a sua mãe, foi já um Guthrie doente que assistiu ao ressurgir da música folk nos Estados Unidos, em estreita ligação com a luta contra a guerra e pelos direitos civis. Actualmente, existe um festival de folk com o seu nome, na sua cidade natal, e muitos compositores editam, ainda hoje, versões de canções suas.
The Coal Porters

de se terem mudado para Londres e de se terem verificado mudanças na sua composição, iniciam-se em sons mais acústicos. Em várias digressões, nos EUA e na Europa, foram reforçando o seu prestígio junto do público e da crítica.
Em Setembro de 2004, editam finalmente o seu primeiro álbum acústico de estúdio (depois de lançarem alguns trabalhos a partir de concertos), How Dark this Earth Will Shine. Em Março deste ano, sai o segundo do género, Turn The Water On, Boy!.
Firmemente estabelecidos nos circuitos musicais dos Estados Unidos e Inglaterra, os The Coal Porters têm um som muito próprio, acústico, mas com atitude.
Chad Dughi
Compositor e intérprete de música tradicional norte-americana, Chad Dughi passa actualmente a maior parte do seu tempo na Irlanda, onde toca com a nata dos músicos folk daquele país. Freedom (Liberdade) é o seu segundo álbum, que contém canções originais e versões de Woody Guthrie.
O disco reflecte as suas deambulações pela América do Norte e por vários locais da Europa, revelando uma especial atenção à situação política do seu país.
Fontes: texto Avante!, clips Youtube, fotos Google


A Venezuela vai distribuir lâmpadas de baixo consumo de energia em comunidades pobres de 11 cidades norte-americanas, entre as quais a capital, Washington.
Segundo as autoridades venezuelanas, a medida faz parte do programa Missão para Revolução Energética, que visa a ajudar pessoas de baixos rendimentos a reduzir o consumo de energia.
O projecto, que já está em andamento na Venezuela, está a ser financiado com o dinheiro das vendas do petróleo.
Segundo a BBC em Caracas, 60 milhões de lâmpadas económicas já foram doadas a comunidades carenciadas venezuelanas, esperando o governo que o consumo de energia no país seja reduzido em 5%.
Nos Estados Unidos, o governo do presidente Hugo Chávez deve distribuir 500 mil lâmpadas entre residentes de 11 cidades, o que deve resultar numa economia de 15 milhões de dólares (cerca de 9,5 milhões de euros) ao longo dos 10 anos de vida útil das lâmpadas.
A Venezuela tem uma das maiores reservas petrolíferas do mundo e há cinco anos que está a aplicar parte dos lucros obtidos com a exportação da lâmpada em programas sociais.
Além do programa de distribuição de lâmpadas, Chávez também fornece petróleo a baixo custo para vários países, incluindo o Reino Unido, que compra combustível venezuelano a baixo custo e transfere o desconto para utilizadores de baixos rendimentos no transporte público.
Os críticos dizem que, por trás da iniciativa, o objectivo do país é fazer propaganda política.